Ter um familiar ou amigo internado em uma UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) é sempre uma situação delicada, além de exigir cuidados específicos da família e do hospital. Foi pensando em humanizar o atendimento, permitindo que pacientes sem condições de falar, porém conscientes, pudessem expressar seus sentimentos e necessidades, que hospitais vêm desenvolvendo técnicas para a comunicação.

No Hospital Evangélico, a introdução de um tabuleiro batizado de Conversatório (Conversa de Consultório Ambulante), em outubro de 2010, tem auxiliado na formulação de frases por pacientes que estão respirando com a ajuda de aparelhos ou sofreram acidente vascular cerebral.

Divertido e semelhante a um jogo, o tabuleiro traz o abecedário, números e um conjunto de palavras, que a psicóloga Jacqueline Queirolo reuniu ao longo de dez anos de trabalho com os pacientes da unidade. As 36 palavras registradas em seus 1.100 atendimentos agrupam sentimentos, vontades e necessidades dos pacientes. ''São palavras como dor, saudade, calor e fome que nos ajudam a entender o que o paciente quer expressar'', explica.

Leia a reportagem completa na edição desta quarta-feira na FOLHA.

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