TCE cobra término de obras na BR-376
PUBLICAÇÃO
domingo, 09 de janeiro de 2005
Claudio Yuge<br>Equipe da Folha 
Curitiba Buraco, sinalização inadequada, afundamento na pista, estrada toda trincada. Os problemas foram novamente encontrados entre Mauá da Serra e Curitiba, na BR-376, e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) reivindica da Rodonorte, concessionária responsável pelo trecho, o término das obras de reforma no trecho.
A inspetora de fiscalização de Transporte, da Primeira Inspetoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Eliane Maria Sobrinho Vicente dos Santos, afirmou ontem que a Rodonorte foi notificada em fevereiro do ano passado e, após nova inspeção em 23 de dezembro, foram constatados os mesmos problemas encontrados anteriormente. O serviço está inadequado para o usuário, ainda mais porque existe a cobrança da tarifa. Existe até mesmo vegetação no meio da pista, apontou Eliane.
De acordo com a inspetora, a fiscalização se estende a todo o Anel de Integração das rodovias pedagiadas no Estado e o caso da Rodonorte chama a atenção pela lentidão das obras. Não é justo que o usuário pague pelo serviço contratado. A Rodonorte foi notificada desde fevereiro, reforça a inspetora. A concessionária é responsável por cinco praças de pedágio. O valor médio cobrado por veículos comuns, os carros, é de R$ 7,20.
A Rodonorte, através de sua assessoria de imprensa, informou ontem que a reforma no trecho foi concluída no final do ano passado e as obras em andamento fazem parte do adiantamento do cronograma de 2006. Também alega que não recebeu qualquer queixa do governo para se manifestar a respeito e que o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) do Paraná notificou a concessionária em fevereiro de 2004 sabendo das reformas na pista, previstas no programa do ano passado.


