O secretário estadual de Segurança Pública, José Tavares, aprovou algumas alterações na finalização da obra da Cadeia Pública de Londrina propostas pelo Conselho Comunitário de Segurança (CCS). Será feita a adaptação do pátio de sol da unidade para funcionar também como um pátio de visitas. Também será construída uma sala para visitas intimas, além de outras readequações na estrutura hidráulica e elétrica. ‘‘Em grandes obras é normal que haja pequenas adaptações’’, disse Tavares, que ontem visitou a obra, antes de uma reunião com membros do CCS.
Tavares garantiu que até o final de março a cadeia começará a receber os primeiros presos. Para cumprir este prazo, a obra ganhará o reforço de mais 120 operários. ‘‘Certamente será uma das prisões mais modernas do Estado’’, afirmou o delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial, Gilson Garret, que acompanhou o secretário na visita.
Sobre a cota de R$ 15 milhões do Plano Nacional de Combate à Violência que cabe ao Paraná, Tavares disse que R$ 12 milhões já estão liberados e serão usados no reaparelhamento da Polícia Científica, na compra de armamentos, equipamentos de segurança e na informatização da Polícia Civil. O restante – R$ 3 milhões – será usado para a reforma em 70 DPs do Estado.
Arthur Piancastelli, presidente do CCS, admitiu que o funcionamento da cadeia deve amenizar a situação crítica de superlotação nos distritos.. Hoje são 382 presos nesta situação – incluindo os 176 detentos da Prisão Provisória. Foi confirmada também a construção de um anexo, segunda fase da obra, que abrigará mais 100 presos.

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