Em fevereiro, o IAP multou Tamarana por descumprimento do termo assinado com do Ministério Público, que previa prazos para a Prefeitura destinar corretamente os resíduos sólidos. O município recorreu da multa. O secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Nivaldo Ribeiro Amorim, afirma que a prefeitura acordou com o MP que faria a compactação semanal do resíduo enviado para o lixão. Porém, o equipamento que faz a compactação foi danificado pelas chuvas de janeiro. A área também foi afetada e está inviável entrar no local.
Amorim explica que foi contratada de forma emergencial uma empresa para coletar e dar destinação final ao lixo na área urbana. Tamarana, segundo o secretário, está gastando em torno de R$ 200 a tonelada com o serviço - são produzidas cerca de quatro toneladas de lixo por dia na cidade.
"Tamarana precisa cumprir as exigências do aterro até 2017 e estamos trabalhando no projeto de uma central de triagem de resíduo. E estamos usando recursos próprios para restaurar a área do lixão."
O lixão de Tamarana fica em uma área entre 30 mil e 35 mil metros quadrados, que desde 2013 vem sendo recuperada. "Acredito que faltem 6 mil metros quadrados para serem recuperados." (A.M.P.)

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