Na primeira reunião do ano, realizada ontem no município de Tibagi, o Consórcio Intermunicipal para a Proteção Ambiental da Bacia do Rio Tibagi (Copati) elegeu sua nova diretoria. Por aclamação, o prefeito de Tibagi, Homero Talevi Campos, assume o cargo de presidente do Copati, em substituição ao prefeito de Ponta Grossa, Jocelito Canto.
Também foram eleitos o prefeito de Castro, Claudioni Braga, como vice-presidente do Alto Tibagi, que compreende a região dos Campos Gerais, e o prefeito de Cambé, José do Carmo Garcia, como vice-presidente do Baixo Tibagi, representado pela região de Londrina. Estiveram presentes à reunião dezenas de prefeitos e representantes dos municípios que compreendem a bacia do Rio Tibagi.
Fauna e flora - Talevi Campos assume a presidência do consórcio com o propósito de fortalecer o trabalho de recuperação da fauna e flora das áreas banhadas pelo Tibagi. Devem ser intensificados os esforços no sentido de qualificar todas as ações desenvolvidas em prol da preservação ambiental das margens do rio. Homero pretende estabelecer intercâmbios internacionais com países que se preocupam com o problema do meio ambiente em todo o mundo.
Para garantir maior qualidade no serviço prestado pelo Copati, a nova presidência deve dar mais ênfase à formação dos chamados agentes ambientais, que constituem um projeto do consórcio que entrou em operação no ano passado. Esses agentes são responsáveis pelo acompanhamento das ações do Copati nos 54 municípios consorciados.
Com Talevi Campos respondendo pela presidência do órgão, esta será a segunda gestão consecutiva em que a sede do consórcio ficará na região do Alto Tibagi. Na gestão anterior o prefeito Jocelito Canto ficou dois anos no cargo. Antes de Jocelito, o presidente era o prefeito de Londrina, Antônio Carlos Belinati, do Baixo Tibagi.
Entre as principais ações do Copati nos últimos dois anos destacam-se as parcerias firmadas com a iniciativa privada. Atualmente fazem parte e auxiliam no trabalho de proteção da bacia empresas como a Copel, Kaiser, Coca-Cola e Klabin. A participação da iniciativa privada foi autorizada a partir de uma mudança promovida no estatuto, que permitia somente a adesão de municípios.

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