Internado para recuperar-se de cirurgia, José Aparecido Rodrigues, 64 anos, de Arapongas, também não poupou elogios à alimentação fornecida na Santa Casa. Para ele, as refeições são ''bem temperadas, variadas e balanceadas.'' ''O fato de estar no hospital não é agradável. A comida de qualidade ajudar a tornar esse fardo um pouco mais leve'', declara.
Acompanhado da esposa Estefânia Garcia Rodrigues, 61, ele ressaltou que o comida é praticamente ''caseira.'' ''Em casa também controlamos a alimentação. Evitamos frituras ao máximo'', acrescenta.
Mas não é só de elogios que vivem as cozinheiras de hospital. As queixas existem. E aí entra novamente em ação o time de nutricionistas, responsável por ouvir o paciente e até mudar o cardápio quando possível.
Internado para tratar de uma tuberculose, Luiz Rosa, 49, também elogia a qualidade da comida servida no Hospital Universitário. A saúde debilitada, porém, praticamente impede que ele possa desfrutar com vontade dos pratos. ''Não consigo comer. Não que a comida seja ruim. O problema é que tomo muito remédio e só consigo tomar o café.
Nestes casos, a alternativa é o uso de suplementos nutricionais e alimentos industrializados para alimentação por soro. Estes produtos são usados em casos graves, quando é praticamente impossível que o paciente consiga alimentar-se normalmente. (F.R.F.)

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