Supervisor depõe sobre tentativa de assalto
PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 21 de junho de 2002
Célia Polesel<BR>Reportagem Local 
A Polícia Federal de Londrina ouviu ontem à tarde Clóvis Aparecido da Cunha, supervisor operacional da Empresa de Transportes Gritsch em Londrina, no caso da tentativa de assalto à empresa ocorrida no dia 27 de maio, quando Manoel Carlos, 82 anos, acabou sendo morto e a vendedora Adriane Morástica, 24 anos e o policial militar Celso Amauri Alves ficaram feridos, e no assalto do dia 18 de junho no qual foram roubados 19 malotes do carro da empresa.
Segundo o delegado Sandro dos Santos, a PF tem uma Comissão de Vigilância e Vistoria que fiscaliza empresas de segurança, transportes de valores e bancos e por isso o interesse em averiguar os casos ocorridos com a empresa. Como eles informaram que não fazem o transporte de valores, não estão incluídos na legislação, mas nós continuamos as investigações porque há o transporte de malotes e nossa preocupação é com a segurança.
Na declaração do supervisor ele alega que a Gritsch transporta documentos e materiais bancários, e informa que a empresa tem contrato com todos os bancos do Paraná. No caso do dia 27, quando um policial militar estaria fazendo a segurança do transporte de malotes do Banco HSBC, a empresa afirma que o banco é que contratou o policial.
A empresa apresentou um fax enviado pelo banco no dia 28 de maio, onde o encarregado do setor de segurança informa à transportadora que o banco colocará um vigilante junto com o motorista para fazer o transporte dos malotes do HSBC.
Segundo Santos, o banco HSBC será chamado para prestar esclarecimentos sobre o assunto e também o policial. A reportagem procurou a Gritsch e o Banco HSBC, mas não nenhum deles retornou as ligações.


