Retirada dos excrementos das pombas, de galhos caídos, lavagem do imobiliário, além de um trabalho educativo com a população sobre a importância de não alimentar as aves. As ações compõem um mutirão realizado por várias secretaria municipais no Bosque Central de Londrina, com o objetivo de minimizar os riscos para a população, que é obrigada a conviver com o mau cheiro e a sujeira das fezes das aves.
A chamada "intervenção de choque" realizada na semana passada é a primeira de uma série de ações programadas pelas secretarias municipais do Ambiente (Sema) e de Obras e Pavimentação, Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul). A longo prazo, a Sema estuda alternativas para reduzir a superpopulação de pombas na área central e revitalizar todo o espaço. Segundo a última estimativa da Sema, existem hoje 200 mil pombos em Londrina.
"Realizar o manejo dessas aves não é simples, precisamos estudar uma forma razoável e eficaz de combater essa superpopulação e isso não dá para ser feito a curto prazo", destacou o secretário da Sema, Cleuber Moraes Brito. "Enfrentamos um desequilíbrio ambiental. As aves vão para as propriedades agrícolas da região, se alimentam e voltam à noite para dormir na cidade, onde não há predadores naturais", observa.

O contato com as fezes secas de pombas contaminadas por fungos pode provocar micoses e problemas respiratórios semelhantes à meningite, que causa sintomas variados, de febre a problemas na respiração

A possível alternativa a ser adotada será a captura das aves e abate. No entanto, para isso a Sema precisará novamente iniciar o diálogo com o Ibama em busca da autorização para o abate e depósito da carcaça dos animais

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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