O engenheiro Enzo Bonetto, diretor de saneamento ambiental da Superintendência de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa), acompanhado pelo prefeito Carlos Scarpelini (PSDB), do secretário municipal de Meio Ambiente, Wágner Moreira de Oliveira, e diretores da empreiteira, vistoriou ontem as obras do aterro sanitário de Apucarana.
Segundo ele, a empreiteira Ivano Abdo S/A terá ainda que implantar mais um poço de monitoramento na parte alta do terreno e proceder alguns reparos previstos no projeto antes de entregar a obra, orçada em R$ 272 mil, à Suderhsa.
Ao percorrer a área de 9 alqueires, situada no Contorno Sul de Apucarana, Bonetto informou que os poços de monitoramento são indispensáveis para o bom funcionamento do aterro. ‘‘Através deles será possível manter um acompanhamento das condições dos lençóis subterrâneos’’, explicou.
De acordo com a chefe do Departamento de Resíduos Sólidos da Suderhsa, a Carla Mittelstaedt, depois de pronto o aterro será entregue ao Município. ‘‘Antes de começar a depositar, remover e aterrar o lixo doméstico, a prefeitura terá que obter ainda uma autorização do Instituto Ambiental do Paranᒒ, disse.
O problema ambiental do lixão a céu aberto de Apucarana já dura mais de oito anos. A área fica em uma região de vários mananciais de abastecimento. ‘‘No momento em que o atual depósito deixar de receber cerca de 80 toneladas diárias de lixo, ainda este ano, iremos isolar e iniciar a recuperação de toda a área degradada’’, anunciou o secretário Wágner Moreira.
O aterro sanitário de Apucarana será o primeiro da região. Outros estão sendo implantados em Rolândia, Bela Vista do Paraíso, Mandaguari, Campo Mourão, Ivatuba e Cianorte.

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