Especialistas confirmam que a fumaça exalada pela queima dos mais de quatro mil componentes do cigarro é tão prejudicial ao fumante quanto a quem a inala involuntariamente, o fumante passivo. Os problemas vão desde uma incômoda tosse a inflamações respiratórias, câncer ou complicações cardiovasculares. E o perigo é ainda maior quando há contato entre a fumaça do cigarro e uma criança. Quando os pequenos convivem com adultos fumantes, a exposição gera risco de infecção pulmonar crônica, tosse, agravamento de quadros de asma ou bronquite e indução ao tabagismo.
A fumaça do cigarro é o veículo das substâncias que comprometem a saúde do organismo. Quando o cigarro é queimado, a combustão leva à produção de determinadas substâncias. O dano provocado pelo cigarro se dá através da inalação da fumaça provocada por essa combustão, que contêm um grande número de substâncias que entram na circulação do sangue e aumentam o risco de doenças.
Apesar do fumante ter mais riscos de complicações, o fumante passivo tem mais chances de desenvolver doenças do que uma pessoa livre da presença de cigarro. A fumaça provoca diversas queixas físicas entre fumantes passivos, como dores de cabeça, tosse, irritação nos olhos e rinite.

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