Os peelings podem ser feitos de duas formas. Há o peeling químico e o peeling de cristais. O primeiro é feito com aplicação de substâncias químicas ácidas sobre a pele e pode ser superficial, médio e até mais profundo. O objetivo é remover as camadas externas da pele e estimular a renovação celular.
O peeling de cristais usa um aparelho com um duplo sistema de aspiração e compressão. Ele lança e ao mesmo tempo aspira os microcristais de óxido de alumínio sobre a pele a ser tratada. Os cristais removem as células mortas da pele, aumentam a circulação no local e estimulam a produção de colágeno e elastina, deixando-a fina e macia. O procedimento é indolor.
Ao contrário do que muitos pensam, o peeling de cristais não é agressivo. Nos EUA ele é chamado de lunch peel (peeling do almoço) justamente por ser um tratamento simples e de rápida recuperação.
Entre as indicações estão: tratamento de cicatrizes de acne e fotoenvelhecimento, rugas finas, manchas solares e da idade, estrias e cicatrizes. O peeling químico também é usado para tratar rugas finas, especialmente debaixo dos olhos e em volta da boca, acnes e cicatrizes leves.
Um cuidado é essencial para quem se submete a qualquer um dos dois procedimentos: uso de filtro solar para diminuir as chances de aparecer novas lesões. Por isso o inverno é uma época ideal para o tratamento com o peeling químico. Já o de cristais pode ser feito em qualquer época do ano.
Ana Paula Formigoni, fisioterapeuta (Londrina)

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