Em cada boca há uma dentição diferente com problemas e doenças distintas uma das outras. Estas questões podem ser genéticas, ambientais ou adquiridas ao longo da vida. Com base nessas questões é que o dentista se pauta para avaliar previamente o seu paciente e dizer em qual quadro ele se encontra, podendo assim determinar qual a frequência que o mesmo deverá ir a um consultório odontológico.
Existem vários perfis de pacientes e para cada problema uma solução diferente. Por exemplo, um adulto que possui implante ou que usa uma prótese dentaria e que apresenta dificuldades na higienização de sua boca não pode ter a mesma frequência de idas ao dentista do que um paciente sem restauração e com uma boa higienização bucal.
Um adulto que possui uma ótima higienização bucal poderá ir de seis em seis meses ao dentista. Em contrapartida a isso, um paciente que tem um alto índice de inflamação gengival deverá ter um cuidado mais constante, podendo ter que realizar limpezas e exames a cada dois meses.
Em relação às crianças, a visita pode ser feita quando o primeiro dente nascer. O dentista irá orientar os pais sobre como realizar e manter a higiene bucal da criança. Depois de uma explicação do desenvolvimento da dentição e de avaliar a boca do bebê, o profissional poderá determinar também com qual frequência ele deverá retornar ao consultório. Em um contexto geral as crianças passam por mudanças constantes em suas bocas e por isso devem ter a sua ida ao dentista aumentada também, pois várias ações preventivas podem diminuir os riscos de futuros problemas em suas bocas.
Aldo Pedalino - odontólogo (Londrina)

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