Em 1928, o doutor Edward Bach iniciou sua descoberta pelo repertório de 38 remédios à base de flores silvestres. Esses remédios curariam qualquer doença e serviriam para todas as ocasiões, pois, como finalmente descobriu, ao tratar o temperamento ou humor do paciente e não a doença, seu tipo, nome e duração não tinham qualquer consequência.
Por causa de sua natureza especifica, a terapia floral ainda não é integralmente compreendida nem explicada de maneira satisfatória pela visão cientifica. Porém, pesquisas recentes sobre psiconeuroimunologia mostram que há uma relação fundamental entre atitude psíquica e o poder da resistência física. Portanto, quando a harmonia entre o espírito, a mente e o corpo se rompem, surgem os mais diversos estados emocionais negativos, os conflitos que preparam terreno para doença física.
Para compreender a doença, seu objetivo, sua natureza e sua cura, é preciso compreender a razão do ser. O homem tem dois aspectos: um espiritual e um físico, sendo este último menos importante. Pois conforme a evolução, nossa alma nos coloca em um determinado estágio de vida e nos faz a chamada que melhor se ajusta à nossa evolução e onde melhor podemos aprender a lição necessária.
A doença é o resultado de um conflito que surge quando a personalidade se recusa a obedecer aos ditames da alma e há desarmonia entre o Eu Espiritual ou Superior e a personalidade interior.
As essências florais formam uma ponte entre a realidade vivenciada e a realidade ideal. E dão base para o autoconhecimento, identificação do problema, busca de uma personalidade própria fora das projeções implícitas no viver individual, trazendo força e coragem para reagir as mais diversas situações, rompendo antigos paradigmas.
Com o tratamento efetuado na terapia floral, surge um manancial de criatividade, autoconfiança, auto-estima, amor próprio e paz interior. O individuo se fortalece de tal forma que todas as suas atitudes positivas são visíveis aos olhos de familiares e amigos.
Karla Carelli Valério, terapeuta floral (Londrina)

mockup