SUA SAÚDE - DERMATOLOGIA
A partir dos 25 anos de idade, a pele começa a sofrer uma diminuição gradativa do colágeno, substância que dá sustentação. Com o passar dos anos, este processo provoca a flacidez cutânea, um dos primeiros sinais do envelhecimento. Para as pessoas que ainda não pensam em fazer cirurgia plástica, mas já se incomodam com a flacidez facial e do pescoço, há tratamentos que melhoram bastante esse aspecto, rejuvenescendo o rosto.
Entre as opções mais recentes da estética está o Spectra, aparelho de radiofrequência que emite uma onda eletromagnética. Esta onda promove um aumento da temperatura local, proporcionando uma reestruturação e um aumento das fibras de colágeno, que dão sustentabilidade para a pele. Ocorre contração das moléculas de colágeno (efeito imediato) e estimulação da síntese de novo colágeno (durante a semana e meses seguintes). Não é uma técnica invasiva, portanto sua aplicação não causa cortes, edemas ou equimoses (roxos). Apenas ocorre um aumento da temperatura local, levando a uma leve vermelhidão passageira.
O segredo da radiofrequência está em saber utilizar corretamente a temperatura para cada caso. Nos casos de fibroses pós-operatórias de lipoaspiração, principalmente aquelas que não são retiradas com tratamentos convencionais, o uso da radiofrequência é uma ótima solução. Essas fibroses crônicas podem permanecem na região por anos e ficam cada vez mais rígidas; a radiofrequência age e praticamente elimina o problema.
Por ser uma tecnologia nacional, o tratamento oferece um custo mais acessível sem perder qualidade pois é dotado de uma estrutura tecnológica capaz de produzir todos os efeitos fisiológicos necessários para o tratamento de diversas disfunções da derme, epiderme e tecido subcutâneo.
Celina Ballarotti - fisioterapeuta (Londrina)





