Stress da mãe altera embrião, diz terapeuta
O stress é o principal inimigo da saúde e causador de várias doenças, inclusive o câncer, segundo o psicoterapeuta José Henrique Volpi. Ele diz que o stress é transferido da mãe para o feto e altera o que define como qualidade energética do embrião, por meio da contração celular. Isso, diz o piscoterapeuta, causa doenças no decorrer da vida. Daí a importância da prevenção durante a concepção intra-uterina e a primeira infância, entre o nascimento e os sete anos.
As doenças manifestas em consequência do chamado stress primário são as mais graves, pois têm poucas chances de cura, afirma o psicoterapeuta. Ele diz que há outro tipo de stress, o secundário, na vida adulta e é provocado pela agitação no trânsito, preocupação financeira, excesso de trabalho, entre outros fatores. Ele puxa as informações do primário e, juntos, geram doenças graves, como o câncer.
A vida moderna também provoca a chamada falta de afetividade, que por sua vez gera a violência, diz a psicoterapeuta carioca Maria Beatriz de Paula. A falta de afetividade é consequência, diz, da falta de recursos para suprir necessidades básicas, como afeto, boa alimentação e educação. Sem isso, criam-se indivíduos sem possibilidade de maturidade emocional. Daí a falta de respeito, de amor e de afeto. O comportamento de isolamento, provocado pela informatização, segundo a psicoterapeuta, é reflexo da falta de afetividade e não sua causa.





