St. James vira
opção a colégios
particulares

Mário César
Lembrança da pátriaKelly Grannitz e os filhos Brittany e Devin: dificuldades iniciais de adaptação foram vencidasBrittany, 7 anos, e Devin, 4, são duas das crianças norte-americanas que estudam na St. James. A mãe das crianças, Kelly Grannitz, conta que a família morava nos Estados Unidos e o marido foi transferido para Londrina, em junho do ano passado. Ele é gerente de uma empresa do setor de máquinas agrícolas.
Kelly Grannitz conta que a família ficou sabendo da escola através de amigos. Ela explica que no ano passado chegou a matricular a filha em um colégio particular da Cidade, mas Brittany não se adaptou. ‘‘Ela ficava triste e não queria ir à escola’’, revela. ‘‘Aqui no St. James o ensino é parecido com o dos Estados Unidos.’’ Kelly Grannitz diz que o marido talvez seja transferido para Campinas-SP. ‘‘Mas, por causa das crianças, eu não quero ir. Elas se adaptaram bem à escola.’’
A bancária Maria Eloi resolveu matricular o filho Igor, de 4 anos, porque achou o método de ensino interessante. Ela conta que passava em frente à escola diariamente e um dia resolveu entrar para obter mais informações. ‘‘Com 7 ou 8 anos, ele já vai estar falando bem o inglês’’, comenta.
‘‘Em um mundo altamente competitivo, é importante dar à filha uma oportunidade a mais.’’ Assim pensa o casal Desiree e João Gomes. Eles matricularam Isabeau, de 2 anos e 4 meses, na escola. Ele acha que futuramente Isabeau poderá fazer o colegial nos EUA, já que a escola utiliza o currículo norte-americano.

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