Uma das primeiras providências do novo superintendente do IPE, André Zacharow, que assumiu o cargo no último dia 15 de outubro, foi criar o Conselho Consultivo e de Assessoramento à Superintendência. Composto de médicos e dentistas do próprio IPE, o conselho se reúne todas as quartas-feiras para discutir soluções e apontar caminhos para melhorar os serviços oferecidos pelo instituto.
Após as primeiras reuniões, o conselho decidiu ampliar suas atividades e tem recebido representantes de outras entidades para debater. Na última quarta-feira foi a vez do presidente da Associação Médica do Paraná, João Carlos Simões, que elogiou a iniciativa.
Segundo Simões, o resgate da credibilidade do IPE é a grande meta a ser alcançada pela atual gestão, para assegurar atendimento médico-previdenciário de qualidade superior aos servidores públicos e seus dependentes.
‘‘Quanto mais ouvirmos cabeças pensantes, que vivem diariamente os problemas do IPE, mais teremos segurança na adoção de medidas que devem ser tomadas’’, diz o superintendente André Zacharow. A proposta, segundo ele, é ter um acompanhamento transparente e justo das soluções encontradas para cada problema.
O conselho é integrado pelos médicos Adilson Novak, Sérgio Brenner, Charles London, Roberto Nogueira Boscardin e Tótila Glitz e pelos dentistas Denise Trevisan Hamilton Rodrigues.
Com 20 anos de trabalho no IPE, o médico Adilson Novak aprova a idéia. Segundo ele, é a primeira vez que o corpo clínico do instituto é chamado a colaborar na busca de soluções para o atendimento médico oferecido aos beneficiários. ‘‘Muitas medidas de economia saíram de sugestões discutidas no conselho’’, concorda Zacharow.
Dentro do conselho já há a constituição de grupos que estudam soluções para problemas de diferentes áreas. Um deles, por exemplo, está preocupado em melhorar o atendimento do instituto no interior do Estado. Outro, em viabilizar o retorno da farmácia básica para os segurados.
‘‘A atuação do conselho melhora o atendimento ao segurado e racionaliza o trabalho do médico’’, garante o superintendente. ‘‘Vivendo o dia a dia dos problemas do instituto, os profissionais da área médica podem opinar sobre as soluções a serem tomadas, evitando que muitas das dificuldades enfrentadas pelos usuários acabem se tornando crônicas’’, completa Novak.

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