Apesar dos 14 anos de profissão, a oncologista pediátrica Tânia Anegawa ainda se comove com o sofrimento das famílias dos pacientes quando precisa informar pais de crianças e adolescentes que o filho foi diagnosticado com câncer. Além de trabalhar no Instituto do Câncer de Londrina (ICL), na UTI do Hospital Infantil e no Hemocentro do Hospital Universitário, Tânia atua na ONG Viver, que oferece atendimento a crianças com câncer. ''Faço uma espécie de ponte entre o ICL e a ONG. Quando os pais ficam sabendo que o filho está com câncer surgem muitas dúvidas, agendo um horário para conversar com eles na ONG para esclarecer tudo."

Salvar vidas e amenizar o sofrimento físico faz parte da rotina de quem se enveredou pelos caminhos da Medicina. Alguns médicos vão além e dedicam parte de seu tempo ao desempenho de trabalhos voluntários - e Tânia é uma dessas pessoas. Em homenagem ao Dia do Médico, comemorado hoje, a FOLHA conta a história de profissionais que lutam para melhorar a qualidade de vida de pessoas carentes. Leia mais na matéria de Marcos Roman.

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