SOLIDARIEDADE - Médicos que se doam
Salvar vidas e amenizar a dor de quem está passando por algum problema de saúde faz parte da rotina de quem optou pela Medicina. No entanto, alguns médicos vão além e colocam parte de seu tempo e disposição para desempenhar trabalhos voluntários. Em homenagem ao Dia do Médico, comemorado no dia 18 de outubro, a FOLHA conta a história de profissionais que lutam para aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida de pessoas carentes.
Informar pais de crianças e adolescentes que o filho foi diagnosticado com câncer é uma tarefa penosa entre muitas outras que a oncologista pediátrica Tânia Anegawa executa quase diariamente. Em 14 anos de profissão, ela conta que ainda se comove com o sofrimento das famílias dos pacientes. Durante a guerra contra a doença, a médica acompanha de perto cada batalha enfrentada pelos familiares e não polpa esforços para aliviar a dor das pessoas envolvidas nesse processo. Há sete anos, a médica atua na ONG Viver, que oferece atendimento a crianças com câncer.
Todos os anos, o ginecologista e obstetra Mário Sérgio Azenha de Castro realiza o parto de centenas de londrinenses. Além disso, ele encontra tempo para realizar várias ações sociais. A mais conhecida delas é a campanha Ser Solidário, que este ano arrecadou 32 mil fraldas geriátricas.
A cardiologista pediátrica Márcia Thomson, juntamente com mães de crianças cardiopatas, dedica parte de seu tempo ao trabalho social da Associação Pequenos Corações. Trata-se de uma ONG que trabalha na divulgação da importância do diagóstico precoce das cardiopatias congênitas ainda durante a gestação e na promoção de eventos que discutam o tema.
● Médico clínico especializado no tratamento de pacientes com câncer
● Referem-se a defeitos no coração desde o nascimento; quando se desenvolvem depois, denominam-se cardiopatias adquiridas





