A costureira C.M.B., 29 anos, esteve ontem na Delegacia da Mulher de Cascavel para fazer o reconhecimento dos dois soldados do Exército que ela acusa de estupro. A costureira reconheceu um militar, que segundo ela, lhe teria segurado para o outro ter relações sexuais. O militar reconhecido é o soldado V.G., que poderá ser expulso da corporação. Um fato que intrigou a delegada Erlinda Paula Tapie Martins é que o outro militar que esteve na delegacia já havia admitido o crime para seus superiores. ''Vamos continuar as investigações'', disse a delegada.

Em seu depoimento, o soldado V.G. afirmou que a costureira aceitou espontaneamente a carona oferecida por eles e que ela seria prostituta. De acordo com a vítima, o fato ocorreu há cerca de 15 dias nas proximidades do estádio Olímpico Regional de Cascavel. A costureira, que ainda está bastante machucada por ter sido jogada fora do veículo, alega que os dois soldados ficaram insistindo para que ela aceitasse uma carona e depois a estupraram. Ela desmentiu a afirmação de que trabalha como prostituta.

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