Tudo não passou de uma simulação, mas foi o suficiente para que os 22 condutores de viatura, auxiliares e técnicos de enfermagem e enfermeiros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que participaram ontem no final da tarde de um treinamento, testassem os conhecimentos que devem utilizar numa situação real.
  Num suposto acidente em que um motorista embriagado atropelou um grupo de pessoas em um ponto de ônibus, colidindo contra um motoqueiro e um poste, os socorristas do SAMU colocaram à prova o que aprenderam no treinamento de Resgate em Áreas de Difícil Acesso e Resgate em Área de Risco (RADA/RAR).
  Apesar de o socorro a acidentes não ser atribuição principal do SAMU, o serviço muitas vezes é requisitado para prestar auxílio ao Siate.
  A simulação de acidente envolveu 10 vítimas. Além dos feridos e queimados, os socorristas também prestaram atendimento a uma gestante.
  ‘‘Estamos trabalhando com um socorro à vítimas em área de difícil acesso, o que dificulta um pouco a nossa ação’’, afirmou a coordenadora de Enfermagem do SAMU, Kellen Mitie Yakassugui.
  Para dar mais realismo à simulação não faltaram vítimas histéricas, atrapalhando o trabalho dos socorristas.
  ‘‘Na minha avaliação é uma boa esse tipo de treinamento, dando condições para a gente se aperfeiçoar mais’’, afirmou o condutor de viatura, Carlos Soares, 39 anos.

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