SOCIEDADE - OSWALDO MILITÃO
José Bonifácio de Oliveira, o famoso Boni da televisão brasileira, o diretor que formatou a Rede Globo, como seu diretor artístico e depois geral, participou, sábado último, do quadro A quem você tira o chapéu, do programa Raul Gil, pelo SBT. Boni, que morou na mesma República no Rio com Chico Anisio e Moacir Franco, logo que foi para a emissora carioca, chegou a se emocionar, quando ouviu mensagens de alguns ex-colegas de trabalho. Mas chorou mesmo quando Moacir Franco, amigo da primeira hora, mostrou toda sua sensibilidade de poeta e compositor ao saudá-lo. E com toda sua experiência de homem de comunicação, de rádio e televisão, e de agência de publicidade, onde também trabalhou, no início da correira, Boni declarou firme e forte que o que acontece agora, no nosso mundo, com as redes sociais, twiter e facebooks da vida, é uma verdadeiro suicídio coletivo. Ele não as utiliza, não tem, não deseja ter e condena. Como acha que o fumo é a maior das drogas no planeta.


O advogado e ex-ministro Márcio Thomaz Bastos está preparando sua biografia. Ele tem também um diário volumoso, com muitos registros, que só poderá ser revelado, após a sua morte.
Lucia e Lelo Francisconi almoçavam, domingo, com familiares, no Bella Itália, no Catuaí. Em outras mesas, o pastor Rodolfo Montosa e família e o apresentador da TV Cidade, Carlos Camargo, também com familiares.
A bonita Vitória Diez recebendo cumprimentos pelo seu ingresso no curso de Direito da UniFil. O pai, Ernesto Diez, chef do Empório Araçá, comemora o feito da filha querida.

Para o gerente do Super Muffato, em Paranavaí, o dinâmico Valdecir Toigo, a loja é mesmo pé quente, pois dos três carros sorteados pela Aciap, dois dos contemplados foram clientes do estabelecimento que dirige. São eles Jefferson Luciano Poul e Joice Naiara Fernandes, que ganharam, respectivamente, um Uno e um Celta, na campanha de Natal, promovida pela Associação Comercial de Paranavaí. Preencheram os cupons na loja Super Muffato e foram sorteados, entre centenas de pessoas. Carro zerinho na garagem, fazendo economia em nossa loja, e começando muito felizes este 2023, comentou Toigo.
Nas Filipinas, os padres rezam em todas as missas, para que a crise vá embora. Ou não venha ainda mais. E lá os muçulmanos são maioria.
Ceia da passagem de ano nas ruas de Atenas: pães e refrigerantes. Nada mais, a não ser os abraços entre quem lá estava.
Assaltada horas antes do Rèveillon, a loja da Apple em Paris teve um prejuízo de US$ 1,5 milhão.


Quem chega de Ourinhos conta que pagou R$ 0,85 centavos pelo litro de etanol e R$ 1,90 pelo litro de gasolina naquela cidade paulista, que fica na divisa com o Paraná. É meio irmã de Cambará e os cambaraenses lá vão para encher os tanques.
A jovem empresária Angélica Vezozzo e seu filho Ricardo passaram o Rèveillon em Londrina com familiares e revendo alguns amigos. Residem em Curitiba, onde ela faz parte da administração da Rede Bourbon de Hotéis.
Clarice e Carlos Ferreira da Rocha almoçavam, domingo, no Alameda. São de Bataguaçu, Mato Grosso do Sul, e retornavam de Caiobá.
Grande movimento domingo no Mercado Shangri-Lá. Gente de Cornélio, de Cambé, de Bela Vista e de Rolândia lá estiveram, além de muitos londrinenses.
Contaram à coluna que foi uma manhã de verdadeira passarela. Mas uma senhora, com os filhos, loira e muito elegante, chamou a atenção de homens e mulheres.

E a hoje veterana atriz Brigite Bardot também pensa em deixar a França, protestando contra o aumento exagerado dos impostos por parte do Governo do país. Brigite, hoje com pouco mais de 70 anos, foi nos anos 60 a atriz mais famosa entre a rapaziada. Em Londrina, o Cine Jóia ficava superlotado quando, nos anos 60, exibia os filmes dela. O cinema não existe mais. Foi fechado nos anos 80. Vizinho dele ficava o famoso Bar Líder, o rei da madrugada no centro da cidade.
O londrinense parece que está mais otimista neste 2013, apesar da pouca presença do Paraná Competitivo aqui, de acordo com o informe publicitário do governo publicado na FOLHA. A Grande Curitiba continua levando grande vantagem na preferência dos empresários que estão chegando ao Paraná. Mas várias cidades aqui da região vêm suplantando Londrina. Mesmo assim, o otimismo do povo que trabalha não está abalado.






