SOCIEDADE - OSWALDO MILITÃO
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[/left]Os cirurgiões Celso Cordeiro, Alexandre Murakami, Kengo Baba, Arnaldo Okino e Gualter Junior, que atendem na Santa Casa, Hospital Evangélico e Hospital do Coração, juntamente com demais cirurgiões do setor, solicitaram em dezembro último o descredenciamento da Unimed Londrina, por não concordarem com os pequenos honorários que vinham recebendo. Após várias solicitações para um novo acordo razoável, nada conseguiram. Isso depois de um ano e nove meses de intensas conversações. Segundo fonte ouvida por esta coluna, negociações que foram acompanhadas pelo Ministério Publico, pela Agência Nacional de Saúde e pelo Conselho Regional de Medicina. E os pedidos foram solicitados, dentro da tabela de honorários da Associação Médica Brasileira. Isso para todos os convênios em geral.
Todos os convênios somam cerca de 50, e entre os quais se incluem o Hospitalar e a Capsml de Londrina, que acabaram concordando com a Coop-Cardio do Paraná, com valores ao redor de R$ 11 mil por cirurgia, para a equipe médica inteira, que inclui cinco profissionais no mínimo. A Unimed-Londrina e a Unimed do Paraná (que tem sede em Curitiba) não teriam concordado até ontem e as negociações com os cirurgiões do coração não progrediram. E deram o exemplo: o paciente de enfermaria Unimed paga menos que o SUS para a equipe que o atende. Um paciente de apartamento paga menos da metade pela Unimed, do que os outros convênios, comentam os médicos.
Apuramos que médicos locais que atendem os pacientes cardíacos fizeram uma cooperativa para negociar com a direção da Unimed. E todos os médicos receberam cartas de advertência sobre possíveis futuros problemas de ordem jurídica. O professor Francisco Gregori Junior, que há 15 anos deixou de operar pela Unimed-Londrina, jamais concordou com honorários pagos a ele e aos colegas. O que ele fez: ao invés de aceitar receber alguma coisa por fora, descredenciou-se da cooperativa. Em outros estados do Brasil, como o Rio de Janeiro, a Unimed fez acordo em R$ 12 mil por atendimento de equipe médica nas intervenções cirúrgicas. E a ultima informação que recebemos é muito importante para a população: os médicos que pediram descredenciamento não deixarão de atender todos os casos de urgência dos sócios da Unimed-Londrina. Foi o que me disseram alguns deles.







O governo do Paraná quer aumentar o número de alunos matriculados em seus cursos de ensino a distancia. Vai trabalhar para isso, pois atualmente já está com um bom número de matriculados: cerca de 30 mil. No agora chamado de presencial, as faculdades e universidades estaduais estão com mais de 80 mil alunos.
Márcia Magro, sub-gerente da Livrarias Curitiba, no Shopping Catuaí, informando que clientes da compra de material escolar estão fazendo cotação de preços e muitos comprando desde já. Detalhe: os preços dos livros foram mantidos e os artigos como borrachas, guaches e produtos de papelaria até estão mais em conta.







