O Londrina revive amanhã as suas melhores jornadas

O presidente Peter Silva está desde ontem à tarde no Rio de Janeiro. Pela manhã, passou por Curitiba, onde novamente convidou o presidente em exercício da Federação Paranaense de Futebol, Jorge Dib, para comparecer à festa em comemoração dos 50 anos do Londrina. Ontem à noite jantou com Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Falaram bastante sobre futebol e, claro, sob o futuro do alvi-celeste. Peter reforçou o convite que já havia feito ao presidente e aos demais dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol para o evento de amanhã.


Uma noitada alegre

Será uma noite muito alegre a de amanhã no Iate Clube. Muita coisa para se recordar. Lá estarão ex-presidentes, ex-presidentes do Conselho Deliberativo, ex-médicos, advogados e ex-jogadores desde o início da agremiação. Entre eles, Carlos Antonio Franchello, apesar de um pouco adoentado, Mauro Viotto, Ezio Ivan Sêco, Iran Campos, Dorival Pagani, Carlos Alberto Garcia, Agostinho Garrote, Marcelo Caldarelli e os representantes oficiais dos saudosos Jacy Scaff e Murilo Zamboni. Conselheiros como Roberto Vezozzo e Moaci Mendes Leite, lá estarão. O saudoso Nassib Jabur também será lembrado. O ex-prefeito Dalton Paranaguá, um dos primeiros médicos do clube, Luis Carlos Miguita, Plácido Arrabal e um representante de Walid BenKaus, médico e fundador do time, lá estará.


Os ex-jogadores

A direção do Londrina convidou todos os ex-jogadores da equipe. Até o paraguaio Gimeninho, que mora em Assunção. Para Franchello, ele foi um dos maiores ídolos da equipe. Amanhã lá estarão - pelo menos foram convidados - craques como os goleiros Ado (campeão mundial em 70), Neneca (campeão brasileiro pelo Guarani de Campinas), Marinho (campeão da Libertadores e mundial de clubes pelo Flamengo), Chinezinho, Gauchinho, Zeferino, Zequinha, Zequinha II, Livio, Nivaldo, Márcio Alcântara, Pinheiro e etc. Todos os ex-jogadores campeões e ex-ídolos serão homenageados. O Londrina foi campeão paranaense em 62, em 81 e 92. E campeão da Taça de Prata em 80. Também o roupeiro Bernardo Seixas será homenageado. Peter Silva e seus companheiros de diretoria esperam um grande evento.


Jorge Scaff, ex-vereador e ex-prefeito, foi talvez o técnico que mais vezes comandou o Londrina. Ex-craque do Atlético Paranaense, sãopaulino e alviceleste ‘doente’.


Carlos Antonio Franchello, o presidente que levou o Londrina a ser o terceiro melhor do Brasil em 77-78. Temporada em que a torcida foi de avião a jogos no Rio e em Belo Horizonte. E que superlotava o Estádio do Café.


O saudoso Jacy Scaff, diretor de futebol e ex-presidente do Londrina. Um apaixonado pelo alvi-celeste. Atrás dele, o também saudoso Nassib Jabur, diretor da equipe.


O goleiro Ado (Eduardo Stinghen) convocado por Saldanha para a seleção Brasileira, brilhou também no gol do Corinthians. Dizem que Leila Diniz apaixonou-se por ele, quando a Seleção treinava em Teresópolis.


O goleiro Neneca, revelado pelo São Paulo local, jogou no Londrina e também no Guarani, de Campinas, onde sagrou-se campeão brasileiro.


Iran Campos, conceituado empresário londrinense, foi presidente e um dos maiores incentivadores que o Londrina teve em todo os seus 50 anos.


O zagueiro Marinho, revelado pelo Tubarão, campeão da Libertadores e Mundial pelo CR Flamengo.


Carlos Alberto Garcia, o famoso Beijinho, ídolo da torcida. Foi meu aluno na Educação Física (Fefi), jogou no Vasco da Gama e voltou para ser presidente do Londrina. Ama o alvi-celeste.

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