Social - Oswaldo Militão
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quarta-feira, 06 de janeiro de 2016






"Será que o Brasil acabará com o zika vírus, que pode matar as pessoas, ou acabará primeiro com a zikzira na economia, que está matando o povo brasileiro!" Ouvido ontem na recepção da ainda agência do banco HSBC, na Avenida Higienópolis, em Londrina.
A bolsa feminina mais cara do planeta foi criada e feita pela Louis Vuitton e está sendo vendida por 55 mil dólares cada no mercado norte-americano. Tem até nome: chama-se City Steamer Alligator, e é uma peça feita de couro de crocodilo e em tom de pele, ou "nude", como querem as dondocas.
Ronaldo Fenômeno desmentiu que esteja colocando à venda sua casa em Ibiza, no litoral da Espanha, que que vale mais de 23 milhões de euros, cerca de 90 milhões de reais.
O médico infectologista José Luís da Silveira Baldy tem uma grande coleção de discos de música popular brasileira, e é um dos que mais sabem sobre a história da MPB e de seus cantores e compositores. No último dia 23, publicamos um trecho do samba "É bom parar", que, lembra Baldy, é uma composição de Rubens Soares (que era também excelente boxeador) e de Noel Rosa (parceria confirmada em depoimentos de Almirante e Jorge Faraj). "É bom parar", que começava com "Por que bebes tanto assim rapaz, chega já é demais...", foi grande sucesso no Carnaval de 1936, na voz de Silvio Caldas, "o Caboclinho Querido". Rubens Soares foi também o autor da batucada "Nega do cabelo duro", em parceria com David Nasser, para o carnaval de 1942.
E foi o jornalista Edilson Leal (ex-Folha), desembargador aposentado, em Brasília, que contou a Baldy, sobre as vezes que o cantor Silvio Caldas vinha a Londrina, clandestinamente, na base do quieto mesmo, a convite do seu amigo Mário Fuganti. O cantor esteve várias vezes, altas horas da noite, na Redação da FOLHA, pois gostava muito de conversar com jornalistas. Vi-o na Folha, umas duas vezes, já em plena madrugada. Mário Fuganti trazia-o para conversar com Nilson Rímoli, Abrahão Andery, Walmor Macarini, Carlos da Silva e outros colegas. E sobre vários assuntos. Silvio Caldas, além de excelente cantor, era um intelectual, sempre bem informado. E a visita acabava em animado jantar na madrugada, no restaurante do Toninho (já falecido) ou no do Osvaldo Farinha, dois ótimos restaurantes, os favoritos da boemia de Londrina e região.




