Social - Oswaldo Militão
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quarta-feira, 25 de março de 2015
O juiz Jamil Riechi Filho, titular da 4ª Vara Cível, e presidente estadual dos Gideões Internacionais, receberá amanhã, na Câmara Municipal, às 20 horas, o título de Cidadão Honorário de Londrina. A proposição foi do vereador Jamil Janene. O magistrado nasceu em Curitiba, no dia 28 de março de 1963. Atuou nas cidades de Cruzeiro do Oeste, Marilândia do Sul e União da Vitória, até ser designado juiz substituto em Londrina, em 2005. Em 2007 assumiu a titularidade da 4ª Vara Cível.
O Londrina Golf Club poderia oferecer o seu campo para receber uma, duas e até três equipes de golfe que virão para a Olimpíada do Rio de Janeiro. Isso é tarefa para um trabaho em conjunto do LGC, a Prefeitura e sua Fundação de Esportes. Tentar não custa, o que eles poderão dizer é não. E se a CBG e o COI disserem talvez ou sim! É só questão de trabalho, de relacionamento.
O happy hour de amanhã, na AABB, terá um novo formato, no sentido de resgatar as danças de salão. O jantar será opcional, com o melhor da comida mineira. O preço é pequenininho: R$ 15 por pessoa. Haverá também porções de frango frito, batata, mandioca, frios e filé de tilápia. O ingresso para não sócio custará somente R$ 5. Haverá show musical com Joel Maia e o melhor da dança de salão, informou o presidente Rosano Sato Brunello.
Marino Bernardo Monteiro estará aniversariando domingo próximo. Ele é aposentado pela Copel-Londrina e é membro do Instituto de Promoção do Norte do Paraná.

A Osuel vai se apresentar, domingo, a partir das 10h30, na Capela do Colégio Mãe de Deus, comemorando os 70 anos da Escola de Música do Educandário.
Leilão de gado de corte, hoje, a partir das 20 horas, no Rancho Sertanejo, em Sertanópolis. Com 500 animais nelore e de cruza industrial. E a coordenação da Rural Business Leilões.
A Associação Torre de Vigia lançou a edição revisada, em língua portuguesa, da tradução do Novo Mundo da Bíblia Sagrada. A comissão responsável pela tradução procurou deixar o texto mais fácil de ler e entender. A informação é de Bruno Amorese.
Ananias Pereira Cardoso, responsável pelo setor de bacalhau da Mercearia Furuta, contando que os irmãos Antônio Tomio e Mário decidiram manter os preços do precioso produto pelo valor do dólar do ano passado, quando estava a R$ 2,80. Adenilson Soares dos Santos, do staff da casa, aproveitou para dizer que isso acontece também com os ovos da Páscoa, com os vinhos e azeites. Os preços mantidos são para fazer o Coelhinho sorrir!

Encontro o sr. Antônio Rossafa, no Musamar, e ele me conta que está com 94 anos. E bem disposto, conversando com amigos e lembrando dos seus tempos de Casa Real, a loja que foi famosa e da qual foi sócio e que ficava na esquina da Sergipe com a Rio de Janeiro.


Ainda a propósito da entrevista que fiz com o Chico Anysio, aqui em Londrina, me lembro de uma composição musical dele, com música do maestro Nonato Buzar, um cara da bossa-nova. Dizia, entre outros versos: "Pego o ônibus 12 em Ipanema e vejo Oscarito e Grande Otelo no cinema; Quero ver Zizinho no gramado, quero ainda um samba sincopado, e ouvir o Desafinado de Jobim... Quero um programa de calouros, com Ary Barroso no estouro, um Lamartine Babo ensinando o la la lá e quero o Café Nice e suas atrações. E a Cinelândia estreando E o Vento Levou, e o velho samba de Ataulfo que ninguém jamais gravou; e quero a PRK30 que valia por 100, como nos velhos tempos que não mais vêm..."
A PRK30, pela antiga Rádio Mayrink Veiga, era o programa de humor líder de audiência em todo o Brasil. Era das 21 às 22 horas, isso em 1952 e 54, por aí. Com a dupla Lauro Borges e Castro Barbosa. Engraçadíssimos.
Para Chico Anysio, o maior cantor e showman do Brasil foi Wilson Simonal. Isso ele já me dizia em 1968, quando veio a Londrina e o entrevistei na TV Coroados. Quando o trouxe para o Hotel São Jorge, ele veio cantarolando "Cada negro que for, outro negro virá, luta com fé irmão..."

O professor Roberto Bondarik, mestre em Engenharia de Produção e licenciado em História e Geografia, que ensina na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Cornélio Procópio, escreve à Coluna sobre a matéria que fizemos com Walter Saito, que mora em Saitama, no Japão, onde produz, com sucesso, mandioca e cebolinha especial, usando muita tecnologia. Lembra que escreveu para a FOLHA sobre Tecnologia e Agricultura Familiar, fazendo uma reflexão que vem de encontro à introdução de máquinas e procedimentos no País, como pretende o entrevistado. Ele acha que o caminho para Walter Saito conseguir trazer tecnologia moderna para cá é através da Emater, associações e cooperativas de produtores.
Um pequeno carrinho, quase em frente ao Cartório Rocha, é o negócio de José Salvador, que há quatro meses ali vende milho verde cozido, pamonha e curau. Quem passa por ali vê que é tudo limpinho, e a freguesia aumenta a cada dia. O capricho no milho verde, que ele cozinha, retira os grãos e coloca em uma vasilha "to go" é o algo mais que ele dá ao seu produto principal: o milho cozido, que vende quentinho. Detalhe: os homens compram bastante, mas a maior clientela é constituída de mulheres. O Zé Salvador vai salvar a pátria dele, se continuar atendendo bem aos seus fregueses.



