Social - Oswaldo Militão
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segunda-feira, 21 de abril de 2014
A roda de amigos no Dinhos Bar, do Hotel Bourbon, estava animada. O assunto era o futebol. O Londrina e algumas histórias sérias e engraçadas que aconteceram com o alviceleste ao longo dos anos. Novamente naquela fase áurea dos anos 1977 a 1982. Com o Tubarão fazendo grande campanha no Campeonato Nacional ( terceiro do Brasil ), campeão da Taça de Prata ( série B ) em 1980 e campeão paranaense em 82. Até que um dos presentes lembrou a crueldade que um pai, médico, permitiu que sua enfermeira e segunda esposa, portanto madrasta do seu filho, maltratasse o garoto, judiasse dele, com tanto ódio, que diabolicamente planejou e com o auxilio de uma assistente social, paga por ela, assassinou o menino e, segundo quem a auxiliou no crime, enterrou a criança de 11 anos, não se sabe se ainda vivo, e ainda teria jogado soda cáustica no corpo. Um médico, que não tratava bem o filho, que praticamente o desprezava, deixando-o na rua, muitas vezes com fome, e que se casou logo que a mãe do garoto, esposa dele, teria se suicidado. O menino chegou a procurar o Ministério Público da cidade para reclamar de maus-tratos. A avó materna tentou levá-lo para sua casa, longe de onde morava há 300 quilômetros. Mas o juiz da cidade não permitiu, alegando que a lei e o bom senso o mandavam dar uma chance ao pai, que teria 90 dias para melhorar a situação de vida do garoto. Em vão. O magistrado não deve ter percebido que ao lado dele estava uma mulher mais jovem, até bonita, e muito interessada em se livrar do enteado de qualquer maneira. Talvez pensando nos bens do marido só para ela e sua filha com ele. Verdadeira monstro, que ao lado de outro monstro, a tal assistente social, a quem prometeu R$ 90 mil para ajudar no monstruoso assassinato. Uma dupla diabólica, satânica, desprovida de sentimento materno, sendo mães de crianças muito pequenas. Cometeram uma loucura que não tem volta. E vão pagar caro por este ato insano. Não pensaram também no que acontecerá com os filhos delas. Quem cuidará deles. Como vão crescer, viver, só Deus sabe. São as crianças sofrendo por causa de gestos adoidados de seus pais.


Astrid e José Maria Abujanrra, ele empresário e do conselho de administração da Rede Mabu de Hotéis & Resorts, felizes da vida com o primeiro netinho, que se chama Francisco, e que passou a Páscoa com eles, os pais e outros familiares. Aquele abraço e saúde!
A revista Carta Capital traz, na edição desta semana, uma interessante reportagem com mulheres do Irã, onde elas dizem que sempre que podem pagar, estão fazendo rinoplastias, isto é mandando operar o nariz, que é a parte do rosto delas que quase todas não gostam. Do seu original. Minha gente, esse é problema mundial feminino. A grande maioria gostaria de ter o nariz mais delicado, mais bonito, etc.
Marino Adati, a esposa e os filhos almoçavam, ontem, na Pizza Hut. Empresário, ele foi dinâmico presidente do Londrina Country Clube até março deste ano.
No Rodeio, os palmeirenses festejavam ontem a vitória de virada do Palmeiras em Criciúma, pelo Campeonato Brasileiro. Arlindo Dessunti acha que o Verdão ainda precisa de reforços.



O cirurgião do coração Francisco Gregori passou a Páscoa em Bocaina, visitando dona Nena, sua mãe, que está com 98 anos e que ainda pratica natação todos os dias. E reviu também outros familiares e amigos.
O advogado Nílson Paulo da Silva, diretor da Sercomtel, recebendo a visita, de seu irmão Gilmar da Silva, que reside em Curitiba.
O professor Vergilio Tomasetti, diretor do Maxi, entre os londrinenses que saborearam os pratos de bacalhau servidos pelo buffet do Bella Itália na Sexta Feira Santa.
O chef Luciano Oliveira reabre hoje o seu Maneco com Jaleco, na Rua Goiás. Passou o feriadão projetando o seu novo negócio.
A AABB já está reservando os convites para o baile jantar em homenagem ao Dia das Mães.




