Para o assessor popular do Conselho Municipal da Saúde de Londrina, Maurício de Souza Barros, o fato de ter sobrado 3 milhões de comprimidos em Goiás, já significa um descaso com a saúde da população brasileira. ‘‘Isso prova que o problema da saúde no País não está restrito à falta de dinheiro, como alegam, e sim em questões administrativas dos recursos’’, afirmou Barros.
Para o conselheiro, a administração da Saúde no País precisa ser transparente. ‘‘As comunidades devem estar presentes, cobrando este tipo de desmando. Se a população aguardar os programas virem prontos do governo, o resultado vai terminar sempre assim: sobrando ou faltando medicamentos, porque eles não têm prática com a realidade de cada lugar’’.

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