Brasília - Um ano após entrar em vigor, a lei que instituiu o pagamento de pensão especial a pessoas com hanseníase internadas em colônias pelo Estado beneficiou apenas 6% das 9,2 mil pessoas que pediram o benefício. O dado é do Movimento de Reintegração de Pessoas Atingidas por Hanseníase (Morhan), entidade que presta auxílio a vítimas da doença. Até agora, cerca de 550 pessoas passaram a receber a pensão, de acordo com o Mohan. A entidade calcula, ainda, que cerca de 300 ex-internos de colônias que viviam segregados da sociedade tenham morrido desde que a lei foi promulgada, em setembro do ano passado.

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