Na região Oeste, Cascavel e Foz do Iguaçu sofrem com a falta de áreas vazias nos cemitérios municipais. As vagas devem acabar nos próximos meses e as administrações não veem uma solução definitiva a curto prazo.
Em Foz, o engenheiro do Departamento de Serviços Urbanos, José Augusto Carlessi, disse que ''a situação é bem ruim, porque deve haver vagas até agosto'' mesmo fazendo exumações quase diárias. Dos cinco cemitérios, restam poucos lotes em três. Ele afirmou que é possível ampliar um deles usando duas áreas vizinhas. Só que os pedidos de desapropriações feitos há dois anos ainda não foram atendidos. Com isso, a Prefeitura ganharia tempo por não precisar obter licenças ambientais. O Município realiza em média 120 sepultamentos mensais.
Marcos Godoi, da Autarquia dos Cemitérios de Cascavel (Acesc), também acusou falta de vagas nas três áreas municipais e a previsão é de que elas durem até novembro. Os sepultamentos somam cerca de 150 por mês. ''Em um dos cemitérios, tivemos que usar canteiros, derrubamos barracões para construir 288 novas vagas no Parque São Luis e estamos fazendo gavetários verticais no Central e no Jardim da Saudade'', enumerou. Ele informou que o Município pretende construir um cemitério mas não encontra terrenos. (L.A.)

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