Na Internet ainda existem poucos sites destinados ao atendimento de pacientes. Na maioria deles, as páginas virtuais têm como objetivo o auxílio aos médicos e profissionais da saúde.
Alguns, como ‘‘Planeta Vida’’ (www.planetavida.com.br) e o ‘‘Sua Saúde’’ (http://users.aol.com/hpleite/index.html), fornecem várias dicas de como melhorar a sua sa© úde, trazendo discussões e links interessantes. No ‘‘Planeta Vida’’, existe a opção de perguntas médicas, chamado de ‘‘Fale com o Doutor’’. No mesmo site, há um guia de quais as perguntas que você deve fazer ao médico durante consultas. Vale a pena também verificar qual é sua ‘‘idade real’’, em um divertido questionário sobre sua forma de vida.
Já o ‘‘Sua Saúde’’ traz um grande índice de medicina e muitos artigos interessantes. Há uma seção infantil, que tem por finalidade orientar os pais para as situações de emergência mais frequentes em pediatria, como dor de ouvido, sarampo, meningite, vômitos e outros problemas comuns às crianças.
Outro endereço legal é o ‘‘Doctor BBS’’ (www.doctorbbs.com), onde uma equipe de médicos em diversas especialidades está à disposição para responder a dúvidas sobre sa© úde. Basta selecionar a especialidade desejada e enviar sua pergunta. No site, a informação é que a resposta poderá ser enviada o mais breve possível. Porém, isso pode demorar mais de uma semana. Alguns temas também são debatidos no site, como o do mês de abril, que ainda é possível ser lido: ‘‘Como Eu Trato da Enxaqueca’’. Há também um local onde são encaminhados casos clínicos para serem discutidos e avaliados por médicos que acessam o site.
Também o ‘‘Medical FAQ’’ (www.bahianet.com.br/usr/ulysses/medical2.htm) apresenta um conjunto de perguntas e respostas sobre medicina e saúde feitas frequentemente por pacientes aos médicos. O site não é muito elaborado, mas ajuda quem está atrás de informações básicas.
Para os alternativos, a página ‘‘Medicina de Comportamento’’ (www.regra.com.br/cyromasci/) é dedicada à medicina comportamental, e aborda temas como stress, pânico, vários tipos de fobias e ansiedades.
Já para a atualização de médicos, a Unicamp desenvolve um trabalho interessante no ‘‘Hospital Virtual Brasileiro’’, (www.hospvirt.org.br). O Hospital Virtual é uma experiência pioneira do gênero no Brasil e tem como principal objetivo auxiliar profissionais da saúde de todo o mundo no diagnóstico e acompanhamento clínico dos mais variados casos. Propõe-se, ainda, a ser um centro referencial, oferecendo ao usuário uma extensa relação de recursos disponíveis na rede, categorizados por especialidade. O site está dividido em várias especialidades médicas, biblioteca, arquivo médico, faculdades de ciências da saúde e uma série de outros recursos.
O ‘‘Intramed’’ (www.uol.com.br/intramed) também é um site desenvolvido para atualização de profissionais, mas que traz informações sobre doenças e outras cirurgias. Boa para esclarecer e tirar dúvidas do paciente. Outra boa opção para os profissionais e estudantes de medicina é o endereço do Núcleo de Informática Biomédica (NIB) da Unicamp (www.nib.unicamp.br/index.html) que oferece cursos e seminários ministrados com o objetivo geral de disseminar o conhecimento sobre o uso de microcomputadores no setor de Saúde. Na ‘‘Central de Aulas e Palestras On-Line’’, existem várias temas com apresentações em Power Point.
Outra forma de atualização virtual para os médico é a ‘‘Intermedic’’, uma revista internacional bimestral, dedicada à divulgação dos conhecimentos sobre a Internet e suas aplicações na medicina, que usa uma linguagem clara e de fácil entendimento. A edição on-line da ‘‘Intermedic’’ está disponível no endereço (www.epub.org.br/intermedic) e é inteiramente bilíngue, em português e inglês.
Para certas especialidades, como o câncer, algumas instituições estão utilizando a telemedicina para ajudar no diagnóstico e tratamento da doença. Um deles é o Centro de Oncologia de Campinas (www.oncologia.com.br), que
disponibiliza aos seus pacientes um novo sistema na avaliação de câncer no país. O método prevê o envio de imagens de exames via Internet, para garantir uma segunda opinião de oncologistas de institutos no exterior. O serviço é cobrado, mas pode significar economia para os pacientes, por não precisar deslocar-se para o exterior.

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