Sistema gera
economia com frota,
explica empresa
O diretor de negócios institucionais da Rodoticket, Rômulo Federici, disse à Folha, por telefone, que a responsabilidade da empresa na gestão dos veículos é disponibilizar um sistema eletrônico de controle da frota e também um cadastro com nome e preço das empresas.
O fato de um funcionário da prefeitura privilegiar determinada oficina, ele disse, é um problema exclusivo da prefeitura, que foge do controle da Rodoticket.
Federici acrescentou que a utilização de leitores de cartão eletrônico, por parte das oficinas e postos de combustíveis, é necessária para que o sistema de controle possa ser viabilizado. Daí a cobrança do que ele chama de ‘‘taxa de adesão’’, de R$ 1,5 mil (no caso dos postos é R$ 500), referente ao equipamento, ligação, treinamento e royalties do software.
‘‘O comerciante tem que fazer um cálculo do investimento para saber se é compensador ou não. Normalmente a relação custo-benefício é satisfatória’’, afirma. A mesma explicação ele dá para o caso da cobrança de 5% em cada serviço prestado pelas cadastradas (3% no caso dos postos). Federici acredita que, em função do aumento do volume de serviços, a comissão acaba compensando.
O diretor da Rodoticket avaliou também que esta comissão não é repassada para o custo final do serviço porque o sistema estimula a competição de preços entre as cadastradas.
Ainda segundo Rômulo Federici, os frotistas que adotaram o sistema Rodoticket têm uma economia média de 20% em relação ao que pagavam antes. ‘‘E isso fica mais visível em frotas estatais, onde o controle, normalmente, era muito ruim’’, afirma.
Federici defendeu que com o controle individual de cada veículo é possível observar itens como o gasto médio mensal com combustível, evitando assim qualquer tipo de gasto incomum. A Rodoticket, completa o diretor, atende em todo o Brasil e possui clientes variados, como grandes empresas, prefeituras, Polícia Federal e governos estaduais do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Bahia, entre outros. (L.H.)

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