O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Londrina (Sindserv), Gláudio Renato de Lima, não quis comentar a idéia de transformação da Caapsml em Fundo de Previdência sem antes conhecer detalhes sobre a proposta. Ele adiantou, no entanto, que qualquer proposta de mudança deve levar em conta a dívida de R$ 54 milhões que a prefeitura tem com a autarquia. Sem contar outra dívida, desta vez da União, de R$ 110 milhões. ‘‘A dívida tem que ser levada em conta. Ao contrário, qualquer proposta seria precipitada.’
Gláudio de Lima também considera precipitada a avaliação de que daqui a 11 anos a Caapsml estaria quebrada. Para ele, este cálculo deveria vir acompanhado de um estudo detalhado mostrando quem efetivamente poderia estar aposentado neste período, considerando as recentes mudanças da lei.
Sobre a impossibilidade de aplicação do dinheiro da Caapsml no mercado financeiro por causa da natureza jurídica, Gláudio não concorda. ‘‘O dinheiro não é público, é do servidor’’, argumenta. (L.H.)

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