Sindipol quer a reativação da PPL
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sexta-feira, 15 de março de 2002
Telma Elorza<br>Reportagem Local 
O Sindicato dos Policiais Civis de Londrina e Região (Sindipol) também quer a melhoria nas condições de carceragem de Londrina. Para isso, entrou com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça (TJ) contra o governo do Estado. Na ação, o Sindipol quer a desativação total da carceragem dos distritos policiais e reativação da Prisão Provisória de Londrina (PPL), que foi integrada, no início de dezembro do ano passado, à Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), deixando de existir como órgão autônomo e de receber presos provisórios.
A liminar foi negada pelo presidente do TJ, desembargador Troiano Netto, no final de janeiro. Mas o sindicato recorreu. Segundo o presidente do Sindipol, Ademilson Alves Batista, se o governo reativar a PPL serão mais 164 extensíveis até 200 vagas para atender presos, o que resolveria o problema imediato da superlotação dos distritos. Delegacia não é cadeia. E cadeia não é depósito de gente. O objetivo maior é a ressocialização do preso. Segundo ele, a superlotação e más condições de higiene em que vivem os presos refletem diretamente nas condições de trabalho dos policiais que fazem a guarda.


