O alfaiate Antonio Ezidio da Silva trabalha no Edifício Autolon há 38 anos, e há 10 é o síndico do condomínio comercial que tem 84 salas em seis andares. Ele conta que as 14 salas do 2º andar estão vazias há cerca de um ano, porque o proprietário deseja alugá-las a um único locatário. ‘‘É lamentável que este tipo de incidente tenha ocorrido aqui dentro. Mas esta é a primeira vez que isto ocorre; até porque o prédio conta com porteiros e segurança 24 horas por dia e é bastante seguro’’, comenta ele.
Segundo o síndico, a recepcionista que trabalha no horário em que aconteceu o roubo não tem condições de checar o destino de cada um que entra no edifício. ‘‘Era um horário de início de tarde, de movimentação intensa na portaria. Centenas de pessoas entram e saem daqui diariamente. Infelizmente, não podemos fazer mais nada para melhorar o controle de entrada e saída no prédio, que é comercial. Não podemos ficar dificultando o acesso das pessoas’’, ressalta Antonio da Silva, lembrando que nunca teve qualquer tipo de reclamação contra uma possível insegurança. (O.C.)

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