Diretores do Sindicato dos Professores das Escolas Particulares de Londrina e Norte do Paraná (Sinpro) e administradores do Grupo Kroton e da Unopar se reuniram na semana passada para discutir o futuro dos professores da instituição.

Em dezembro do ano passado, a Kroton Educacional S.A. fechou contrato para aquisição de 100% do capital social da União Norte do Paraná de Ensino Ltda e coligada (Unopar). O valor do negócio foi de R$ 1,3 bilhão.

Segundo a diretoria do Sinpro, o histórico de demissões e práticas trabalhistas nocivas motivou a categoria a solicitar a reunião. De acordo com informações da assessoria, durante a reunião, representantes do Kroton afirmaram que não haverá mudanças significativas na gestão da universidade.

Quanto às práticas nocivas citadas pelo sindicato, o grupo afirmou que estas "fazem parte de uma administração anterior à atual". Os dirigentes garantiram ao Sinpro a manutenção das cláusulas contidas tanto na Convenção Coletiva de Trabalho quanto no Acordo Coletivo de Trabalho, celebrados pelo Sinpro e pelo Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Privado no Estado (Sinepe). A carga horária dos docentes, definida em novembro do ano passado, também permanece inalterada, informaram os administradores.

Outro ponto abordado na reunião foi que a Unopar e a universidade Pitágoras, embora pertencentes agora ao mesmo grupo, continuarão a operar separadamente.

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