O secretário de imprensa do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região Metropolitana, Renato Gonçalves, questionou ontem a realização de mais este assalto contra a Proforte. Ele lembrou de outros dois assaltos, praticados de forma semelhante. O último ocorreu há pouco tempo, em Goiânia (GO). ‘‘É muito estranho ter este tipo de assalto na mesma empresa e por diversas vezes’’, disse ele, lembrando do assalto ocorrido na Proforte de Londrina envolvendo Marcelo Moacir Borelli, preso no ano passado, em São Luís do Purunã. Gonçalves disse que a empresa precisa ter formas mais eficazes para segurança dos funcionários e dos próprios gerentes. ‘‘Será que não há uma forma de se precaver?’’, questionou. (L.P.)

mockup