Sindicalista e fiscais da DRT trocam acusações
As denúncias contra os fiscais da DRT foram apresentadas pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Móveis, Manoel Francisco da Silva. Ele entregou documentos e ainda uma gravação onde são citados empresas e funcionários públicos que teriam participação no esquema. ''A DRT denunciou operários porque faziam acerto para retirar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), coisa que acontece em qualquer empresa do Brasil. Por que os delegados não investigam casos de propina, que chegou a resultar na prisão em flagrante de um fiscal?'', questionou Silva, referindo-se à denúncias apresentadas contra ele à Polícia Federal.
De acordo com os documentos enviado ao MP, pelo menos 50 das 150 empresas moveleiras de Arapongas teriam indícios de irregularidades. O procurador Leite, que vai trabalhar em Ponta Grossa até sexta-feira, disse que falará sobre o assunto somente semana que vem. O delegado da PF em Londrina, Sandro Roberto Viana dos Santos, disse ontem que o inquérito envolvendo funcionários do DRT foi instaurado esta semana. ''Estamos agora investigando dois casos. Já colhemos depoimentos do sindicalista e devemos agendar novos depoimentos semana que vem'', informou Santos.





