Preso na cadeia de Porecatu há 100 dias, acusado de extorsão contra a Usina Central do Paraná, o ex-presidente do Sindicato dos Rodoviários de Londrina, Evanildo Pinto Rodrigues, insinuou que ''atrás das gravações existem coisas mais graves''. Ele não tem dúvidas de que as conversas gravadas são originais e mantém esperanças de conseguir a liberdade.
Segundo Rodrigues, a pressão exercida pelo sindicato na greve do começo deste ano, que durou 20 dias, incomodou a direção da usina e motivou a ação que resultou na prisão dele e dos outros dois sindicalistas. Durante a greve, os empregados denunciaram diversas irregularidades trabalhistas. ''Aqui todos são prisioneiros da usina.'' (M.B.)

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