A geógrafa e gerente de pesquisa do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul), Elisabeth Aparecida Alves, informa que a aglutinação das mais de oito centenas de nomes diferentes em 55 grandes bairros seguiu informações de cartórios, da Secretaria Municipal de Fazenda, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), barreiras geográficas e do sistema viário. Foi levada em conta também a identidade sócio-cultural dos moradores.
Elisabeth diz que a adoção dos novos nomes deve ocorrer de forma natural, quando o poder público e as demais prestadoras de serviços públicos começarem a adotar o modelo. A gerente de pesquisa reforça que a simplificação facilitará as ações, projeções e destinação de recursos por parte da prefeitura.
Enquanto o novo mapa não se torna realidade, Elisabeth diz que algumas medidas estão sendo estudadas para driblar os problemas e as confusões. Um exemplo são as conversas que vêm sendo mantidas entre Ippul e o escritório local do IBGE no sentido de viabilizar, para o próximo ano, a contagem da população por região.
O chefe do IBGE em Londrina, Alceu Celso Campiolo, explica que o instituto trabalha baseado em setores (409 ao todo), cada um abrangendo cerca de 800 residências. Essa forma de contagem não aponta, com exatidão, o número de habitantes por região. (L.A.)

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