Curitiba - A psicóloga do Sicride, Lilian Gheno, explica que o órgão precisa de verba especial para visitar as famílias das crianças desaparecidas, já que a equipe tem que se deslocar até outros municípios. Segundo ela, essa verba já existe e é suficiente para concluir o projeto ''De braços abertos'', criado com o objetivo de visitar as 21 famílias do Paraná que ainda possuem um filho desaparecido.
A psicóloga diz que a investigação é constante mas que dados sobre o trabalho não podem ser divulgados, pois as informações são sigilosas. Lilian afirma que em todas as visitas novas informações são anexadas ao processo. O objetivo do Sicride é visitar as famílias pelo menos uma vez por ano para, além de buscar mais dados sobre o desaparecimento, também prestar atendimento psicológico aos pais e irmãos da vítima. (D.C.)

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