A bagagem da minha prima foi extraviada pela empresa aérea e achada três dias depois. Nesse período ela teve que comprar roupas e outros objetos. Qual providência pode ser tomada?

  Mui­tas ve­zes tra­ta-se de fal­ta de aten­ção dos fun­cio­ná­rios da com­pa­nhia aé­rea; fa­to es­te que não dis­pen­sa a com­pa­nhia de re­pa­rar a pes­soa cu­jas ma­las fo­ram ex­tra­via­das.
  Po­de-se en­trar com ­ação pe­din­do a re­pa­ra­ção dos gas­tos que se te­ve com rou­pas, pro­du­tos de hi­gie­ne pes­soal etc, bem co­mo, po­de-se tam­bém pe­dir in­de­ni­za­ção por da­nos mo­rais.
  A maio­ria dos Tri­bu­nais Bra­si­lei­ros tem de­ci­di­do pe­la con­de­na­ção das em­pre­sas aé­reas em ca­sos co­mo es­te. In­clu­si­ve, se em ra­zão do ex­tra­vio de ba­ga­gem ori­gi­na­rem ou­tros da­nos ou até mes­mo no ca­so de a ma­la ex­tra­via­da vol­tar sem to­dos os per­ten­ces que ne­la ha­via, a com­pa­nhia aé­rea te­rá que fa­zer a re­pa­ra­ção.
  Em épo­ca de fé­rias, ­mais pes­soas via­jam, au­men­tan­do a de­man­da das li­nhas aé­reas. Ou se­ja, as chan­ces de se ter uma ba­ga­gem ex­tra­via­da au­men­ta. É ne­ces­sá­rio au­men­tar a aten­ção e, ca­so ocor­ram fa­tos pa­re­ci­dos, bus­car ­seus di­rei­tos jun­to à De­fen­so­ria Pú­bli­ca ou jun­to à um ad­vo­ga­do.
Gabriel Nogueira Miranda - advogado (Londrina)

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