Ajudar as mulheres a lidarem com os sintomas da doença é um dos objetivos da pesquisa da mestranda em Análise do Comportamento, do curso de Psicologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Raiana Bonatti.
Seis mulheres participam de sessões de terapia em grupo. Raiana comenta que o contexto da doença, que provoca dores, dificuldades para engravidar, do difícil diagnóstico, que muitas vezes é por tentativa e erro, faz com que as mulheres desenvolvam estresse, depressão e ansiedade. "Essas mulheres estão tentando manter o controle. As histórias são muito parecidas e elas sofrem com a cobrança social para terem filhos. Por isso, é importante elas procurarem apoio seja na família ou psicológico", enfatizou a psicóloga.
Segundo ela, a terapia ajuda a colocar outros setores da vida delas em ordem e ter uma vida equilibrada. Para Raiana a demora no diagnóstico é devido ao desconhecimento e de tecnologias para fazer exames que facilitem o diagnóstico. "A falta de conhecimento está atrelado à falta de tecnologia e vice-versa."
As sessões estão terminando e a pesquisadora vai montar um novo grupo. Quem estiver interessada em participar pode entrar em contato pelo e-mail [email protected] . (A.M.P.)

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