Sesa explica aumento da sepse
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sábado, 31 de janeiro de 2009
Marta Ortega<br> Equipe da Folha 
Cambé - Segundo o secretário estadual da Saúde, Gilberto Martin, a campanha é mais "agressiva" que a do ano passado, quando foi registrada a redução de 98% dos casos. "Tivemos um bom resultado em 2008 mas não podemos baixar a guarda. A dengue é uma doença grave que mata. As pessoas precisam se conscientizar disso. Não há vacina, não há remédio. A única forma de combater a doença é evitar a água limpa e parada", disse.
De 1º de janeiro até agora, em todo Estado, foram confirmados 11 casos da doença - quatro em Londrina, um em Sertanópolis, um em Rolândia, um em Cafeara, dois em Icaraíma, dois em Foz do Iguaçu e um em Itaipulândia. Do total, nove são autóctones (contraídos na própria cidade) e apenas dois são importados. No Paraná, a faixa mais quente é que mais preocupa, segundo o secretário. "A dengue é uma doença cíclica. A cada dois ou três anos tem um pico. Quando o problema sai de pauta as pessoas esquecem de cuidar, não se preocupam em combater e ela volta". Entre os tipos de dengue estão a clássica (tipo 1), e a hemorrágica (tipos 1 e 2).


