Londrina - Os sindicatos dos servidores estaduais em Londrina reclamam que o início da operação do novo plano de sa© úde dos servidores, batizado de Sistema de Assistência à Saúde (SAS), fará piorar as condições de atendimento e trará um aumento significativo das filas de espera.
Para a presidente do Sindicato dos Servidores Estaduais Empregados em Estabelecimentos de Saúde em Londrina (SinSaúde), Ana Maria da Cruz, é possível que a estrutura física da Santa Casa dê conta do aumento de pacientes, mas o plantão de urgências e emergencias da Santa Casa não conseguirá suportar. ‘‘Vai ficar pior que as filas do SUS’’, sentenciou.
O presidente da APP-Sindicato, Luiz Martins de Lima, disse que o SAS é totalmente inviável do ponto de vista econômico e por ter caráter eleitoreiro já que, segundo ele, o próximo governo estadual não terá compromisso com esse modelo de plano. ‘‘Quem vai custear o deslocamento dos servidores de outras localidades até Londrina?’’, questionou o sindicalista.
Já Palmo Fidélis, secretário da APP e representante no Paraná Previdência, apontou que as restrições de atendimento previstas no SAS são outro ponto negativo. Conforme Fidélis, o SAS não contempla, por exemplo, atendimento a dependentes universitários, que eram atendidos pelo IPE, e procedimentos como cirurgias cardíacas também ficaram de fora do plano.

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