Servidores que prestam serviços pedem mais apoio
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 16 de dezembro de 1997
Maringá 
Os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) que atuam na prestação de serviços na instituição querem mais amparo. A principal reclamação é contra a lei estadual nº 11.500 de 96, que limita em 20% o repasse dos recursos captados na prestação de serviços aos servidores. O coordenador de serviços e desenvolvimento regional Tadeu França diz que a falta de apoio vem provocando desânimo.
Segundo França, nos últimos anos a UEM registrou uma queda acentuada no volume de apresentação e execução de projetos. Dos 47 projetos desenvolvidos este ano, apenas cinco são inéditos. Em 96, compara França, foram desenvolvidos 80 projetos de prestação de serviços, gerando uma receita superior a R$ 1 milhão.
O reitor Luiz Antonio de Souza confirma que, fora as despesas com folha de pagamento, a prestação de serviços tem praticamente mantido as demais atividades da instituição. Ele diz que concorda com a reivindicação dos servidores, mas que a proposta deve ser levada ao Conselho de Administração (CAD) que estabelece a política para a área. Souza deixou claro que o projeto de prestação de serviços sempre deve envolver o ensino e pesquisa. Caso contrário não tem sentido a instituição manter o serviço oferecido, afirma.


