Curitiba - Servidores técnico-administrativos do Ministério da Educação (MEC) que trabalham junto ao Hospital de Clínicas (HC) de Curitiba prometeram paralisar suas atividades, por tempo indeterminado, a partir de hoje, engrossando a greve iniciada pelos funcionários da Universidade Federal do Paraná (UFPR) há cerca de 70 dias. Em assembléia na manhã de hoje, o comando de greve deverá definir as estratégias de mobilização da categoria.
De acordo com a diretora de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Instituições de Ensino Superior do Paraná (Sinditest-PR), Ieda Neves de Almeida, 2.176 funcionários do HC são contratados pelo MEC. Ela assegurou que nos setores de urgência e emergência, o atendimento será mantido.
Entre as reivindicações da categoria, está a fixação do piso salarial de R$ 780,00 e adicional de 5% que deverá ser implantado a partir de janeiro do ano que vem. Os servidores públicos também querem assegurar que os benefícios sejam estendidos aos servidores aposentados e pensionistas.
O Sinditest havia articulado uma paralisação no final de junho passado, mas uma decisão da Justiça Federal obrigou os funcionários públicos a retomarem as atividades no Hospital de Clínicas. A greve, que durou poucos dias, não chegou a comprometer o atendimento no hospital.

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