Servidores de saúde de Maringá poderão se reciclar
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terça-feira, 22 de maio de 2001
Marcos ZanattaDe Maringá 
Os servidores que trabalham na área de saúde da Prefeitura de Maringá poderão participar de cursos de aperfeiçoamento e especialização, depois de cinco anos impedidos de qualquer atividade de reciclagem. Um complemento a uma lei de 1996, de autoria do vereador Antônio Carlos Marcolin (PTB), que também é médico, acabou com o que ele classificou de injustiça. A lei aprovada em 96 impedia os servidores da saúde de se ausentarem do trabalho para participar de cursos ou eventos de aperfeiçoamento dentro da área de atuação.
Na época, a proibição aconteceu depois de problemas enfrentados por algumas unidades de saúde, por causa da ausência de um número excessivo de funcionários dispensados para cursos. As mudanças na lei propostas por Marcolin impedem que isso volte a acontecer. Será permitida a saída de apenas um profissional de cada posto e cada setor para participação de cursos.
O servidores têm que requerer a dispensa com 15 dias de antecedência, apresentando comprovante de inscrição. Depois do curso, o funcionário terá que comprovar a frequência e certificado de participação. Se trata de uma categoria que necessita de atualização, sob o risco de prejudicar a qualidade do atendimento, lembra o vereador. O prefeito José Cláudio (PT), promete sancionar a lei complementar, já que defende a reciclagem dos servidores do município.


