Servidores da UEL querem ter acesso ao PCCS antes da Alep
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quinta-feira, 04 de outubro de 2012
Guilherme Batista - Redação Bonde 
O servidores administrativos da Universidade Estadual de Londrina (UEL) pediram ao secretário de Ciência Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Alípio Leal, o projeto de lei, de autoria do Executivo Estadual, que prevê melhorias no Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria. Eles se reuniram com o secretário na terça-feira (2) e solicitaram a minuta da iniciativa, que precisa ser enviada à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), para a aprovação, até o próximo dia 19. "Isso é o que acordamos com o governo em agosto. Mas antes da aprovação, queremos ter acesso ao projeto para ver se o estado cumpriu com a sua palavra e aceitou as condições impostas pela categoria", explicou o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Técnico-Administrativos da UEL (Assuel), Marcelo Alves Seabra.
Segundo ele, a minuta precisa ser enviada ao sindicato até esta sexta-feira (5). "Se o secretário não fizer o envio do projeto, vamos procurar outras esferas do governo, como a Chefia da Casa Civil", adiantou Seabra. Na reunião realizada no dia 9 de agosto, entre representantes dos servidores e do governo, ficou acordado a realização de readequações no PCCS e a implantação de uma nova tabela salarial a partir do mês de janeiro do próximo ano.
Atualmente, o servidor técnico-administrativo que quer uma promoção precisa, além da graduação, de pelo menos três anos de estágio probatório. "O governo quer subir o período da carência para sete anos. Isso é inadmissível", explicou. "Depois da negociação, a Seti aceitou deixar a situação do jeito que está. Mas vale lembrar que, se isso não for cumprido, podemos entrar em greve novamente", alertou.
Além da questão relacionada ao PCCS, a categoria pede reajuste salarial para os três níveis de funcionário. "Pela tabela salarial do governo, os servidores vão ter reposição que varia entre 6% e 35%. Quanto mais modesta a função ocupada, maior o reajuste", destacou o presidente da Assuel.


