Servidores da saúde decidem ficar parados
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sexta-feira, 16 de junho de 2000
Lino Ramos De Londrina 
Servidores do Hospital de Clínicas (HC) e Hospital Universitário (HU), em Londrina, decidiram manter a greve iniciada na segunda-feira. O pronto-socorro do HU manteve apenas o plantão para emergências.
No Pronto Atendimento Infantil (PAI), a greve no HU provocou um acréscimo de 10% na demanda, mas a média de atendimentos aumentou em torno de 50% por causa do frio. Nosso maior problema não é a greve, mas encaminhar pacientes que permanecem em observação, explicou o diretor-clínico Jonilson Favareto.
Até às 16 horas de ontem, o pronto-socorro da Santa Casa havia atendido 143 pacientes, quando a média no período de 24 horas varia de 200 a 350. O momento crítico ocorreu no período da tarde, quando havia 37 internados na unidade, que tem capacidade para 18.
No Hospital da Zona Norte (HZN), o diretor-clínico Luís Fernando Rodrigues disse que o aumento nos atendimentos chegou ontem a 40% acima do normal em razão da greve no HU. Diariamente o hospital costuma atender 230 pacientes e na quinta-feira esse número chegou a 344.


